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BRASIL, Mulher, Música, Livros, Filmes, Jornalista, Professora, Escritora. E-mail: limarmello@bol.com.br



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     Minha reportagem: Thomas Maack, médico e preso do Raul Soares (site Novo Milênio, reprodução de A Tribuna)
     Meu livro Raul Soares, Um Navio Tatuado em Nós faz parte do acervo da Library of Congress (Biblioteca do Congresso Norte-Americano)
     Meu livro ''Raul Soares, Um Navio Tatuado em Nós'', catálogo da Fundação Biblioteca Nacional
     Meu livro Raul Soares, Um Navio tatuado em Nós (registro na Biblioteca Nacional)
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     Artigo sobre o golpe de 1964 (Laire José Giraud)
     Minha reportagem: Zuleika Alambert, a primeira deputada santista (site Novo Milênio, reprodução de A Tribuna)
     Minha reportagem: O juridiquês no banco dos réus (A Tribuna)
     Minha reportagem: Atenta ao mundo, cronista Nair Lacerda faz 90 anos (A Tribuna -18.7.1993, reprodução no site de Santo André)
     Minha reportagem: O juridiquês no banco dos réus (site da Associação dos Magistrados Brasileiros, reprodução de A Tribuna)
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                                             Novo blog

    Neste blog, você pode continuar lendo tudo o que já publiquei aqui, mas a capacidade deste espaço se esgotou.

    Para dar sequência às publicações, inaugurei um outro.

    Acesse: http://lidiamariademelo.blogspot.com



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 06h58
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    Morte na volta da Disney

    O comentário abaixo foi escrito por mim e publicado em 4 de agosto de 2009 na seção Papo com Editores, do site A Tribuna On-Line, do jornal A Tribuna (Santos).

    Disney: morte da garota de 15 anos

    Lídia Maria de Melo  

    Editora-coordenadora Caderno Baixada Santista

    Ninguém dá de presente uma viagem a um filho para que ele volte morto para casa.

    Mas essa é a tragédia que agora envolve a família da adolescente Jacqueline Ruas. Ela foi comemorar os 15 anos na Disney World, concretizando assim um sonho que nem se pode chamar de antigo, dada sua pouca idade, mas os pais a receberam de volta sem vida.

    Como considerar normal uma situação dessas, se as fotos que estão na máquina fotográfica da adolescente ainda a mostram tão sorridente, tão aparentemente bem?

    Será que os adultos que acompanharam o grupo de jovens não tiveram discernimento para perceber que a menina não tinha mais condições de prosseguir viagem, já que na escala no Panamá ela não conseguia se locomover?

    Será que durante o voo ninguém percebeu que ela estava com falta de ar e talvez a máscara de oxigênio pudesse ajudá-la a respirar melhor?

    Uma série de indagações surge nesta hora. Não se trata de fazer acusações irresponsáveis, mas o caso de Jacqueline suscita ponderações.

    Não é possível manter os filhos a vida inteira sob a proteção dos pais. Crianças e jovens precisam aprender a se tornar independentes. Às vezes, saem apenas com amigos da mesma faixa etária. Outras vezes vão dormir na casa de um deles... Mesmo com pouca idade, vão ao cinema sozinhos... Fazem acampamentos, viagens... Tudo sem os pais por perto.

    Mas, antes de deixá-los sair sem a companhia de um adulto da família, não é preciso avaliar se já está mesmo na hora de ir tão longe sozinhos? Será também que não é preciso saber que tipo de preparo têm seus acompanhantes? Será que basta apenas que eles sejam levados para passear?

    Não sou mãe, nem sei as respostas para essas questões, mas tenho crianças na família e uma certeza: o mínimo que espero de profissionais ou pessoas responsáveis pela integridade delas é que lhes dispensem cuidado e atenção. De preferência, o mesmo cuidado e a mesma atenção que esses profissionais e essas pessoas dariam a um filho. Quando se enxerga o outro como parte de si mesmo, certamente se tenta fazer o melhor por ele.

    Alguém precisava ter percebido que Jacqueline estava com dificuldades para respirar!



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 23h59
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    ''O Teatro dos Anjos'' - lançamento de Dirceu Cateck

    Na segunda-feira, 3 de agosto, o livro

    ''O Teatro dos Anjos'', de meu amigo

    Dirceu Cateck, começa a ser vendido

    pelo site da Giz Editorial.

    Na quarta-feira, a obra estará

    disponível no site da Livraria Cultura

    e nas livrarias de todo o Brasil por R$ 39,90.

    Dirceu Cateck é um brasileiro, nascido

     em Guarujá, litoral paulista, em 1977,

    que vive há oito anos em Madri, na Espanha.

    De 1987 a 1990, foi meu aluno na disciplina

    de Língua Portuguesa, que incluía Literatura Brasileira.

    Desde essa época, alimentava o sonho de ser escritor.

    Aqui, transcrevo um trecho do prefácio

    que eu escrevi para ''O Teatro dos Anjos'':

    ''(...) um livro que  traça com simplicidade e agudeza de observação

    as fraquezas e as virtudes dos seres humanos, diante de situações

    adversas e de tensão.

    Dirceu Cateck pretendia contar as dificuldades que um imigrante

    precisa superar para sobreviver em um país estrangeiro.

    Conseguiu. Mas foi além.

    Em ‘‘O Teatro dos Anjos’’, ele  relata a história de Miguel,

    um jovem   que, após enfrentar o conflito interior ao se descobrir 

    homossexual,  decide deixar para trás a família e ir viver, em um

    país distante do seu, o amor que nutre por outro rapaz.

    Pela trajetória do protagonista, a narrativa expõe peculiaridades

    do universo homossexual sem discriminação, sem prejulgamentos. (...)'' 

     

     



    Categoria: Língua Portuguesa e Literatura
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 03h45
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    Água e Sabão

    Água e sabão são os melhores remédios na prevenção da gripe suína. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, utilizou três blocos do Programa do Jô para dar esclarecimentos sobre essa pandemia que anda assustando a população.

    Essa receita não é nova. Há muito a medicina aconselha o uso desses dois ingredientes no caso de não se ter nenhum outro método de prevenção contra contaminação. Se alguém se cortar, por exemplo, até que seja socorrido adequadamente, deve desinfetar o local com água e sabão. E não é sabonete, não, é sabão mesmo. Se alguém for ajudar em um parto de emergência, deve lavar as mãos com água e sabão. Por esse mesmo processo devem ser passados todos os equipamentos ou utensílios utilizados nesse ato. Uma bacia, por exemplo.

    Na limpeza de locais de unidades de saúde, os melhores produtos são água e sabão.

    E por quê? Porque sabão é feito com soda cáustica e ela mata tudo. Parece simplório, não? Mas funciona.

    E água? Bem, como diz a antiga canção: '' A água lava, lava, lava tudo/ A água só não lava a língua dessa gente''.

    E eu emendo: água e sabão só não nos livram de determinadas almas penadas, que vivem perdidas, sem rumo.

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 03h09
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    Conversando no Bar

    Numa citação informal, cantarolei os primeiros versos da música ''Conversando no Bar'', de Milton Nascimento e Fernando Brant e imortalizada na voz de Elis Regina. Meu interlocutor não conhecia. E ele é uma pessoa que gosta de boa música, de composições antigas. Não era possível! Não é possível não se conhecer ''Conversando no Bar''. É uma das obras-primas de Milton e Brant. Uma das obras-primas de interpretação na voz de Elis.

    Pesquisei no Youtube e resgatei Elis cantando em dois momentos. Aqui estão.

    Esta apresentação ocorreu em 3 de outubro de 1980. Foi transmitida pela Rede Globo. Elis começa cantando o primeiro verso de ''Fascinação''. Depois, segue com ''Conversando no Bar''.

     Esta outra se deu em 1974, na inauguração do Teatro Bandeirantes.

    Encontrei também a letra: ''Lá vinha o bonde no sobe e desce ladeira/ E o motorneiro parava a orquestra um minuto/ Para me contar casos da campanha da Itália/ E do tiro que ele não levou/ Levei um susto imenso nas asas da Panair/ Descobri que as coisas mudam/ E que tudo é pequeno nas asas da Panair/
    E lá vai menino xingando padre e pedra/ E lá vai menino lambendo podre delícia/ E lá vai menino senhor de todo o fruto/ Sem nenhum pecado, sem rancor/O medo em minha vida nasceu muito depois/ Descobri que minha arma é/ O que a memória guarda dos tempos da Panair/ Nada de triste existe que não se esqueça/ Alguém insiste e fala ao coração/ Tudo de triste existe e não se esquece/ Alguém insiste e fere no coração/ Nada de novo existe neste planeta/ Que não se fale aqui na mesa do bar.../ E aquela briga e aquela fome de bola/ E aquele tango e aquela dama da noite/ E aquela mancha e a fala oculta/ Que no fundo do quintal morreu/ Morria cada dia dos dias que eu vivi/ Cerveja que tomo hoje é/ Apenas em memória dos tempos da Panair/ A primeira Coca-cola foi/ Me lembro bem agora, nas asas da Panair/ A maior das maravilhas foi/ Voando sobre o mundo nas asas da Panair/ Em volta dessa mesa velhos e moços/ Lembrando o que já foi/ Em volta dessa mesa existem outras/ Falando tão igual/ Em volta dessas mesas existe a rua/ Vivendo seu normal/ Em volta dessa rua, uma cidade/ Sonhando seus metais/ Em volta da cidade...''

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 22h03
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