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BRASIL, Mulher, Música, Livros, Filmes, Jornalista, Professora, Escritora. E-mail: limarmello@bol.com.br



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     Minha Dissertação de Mestrado - Capes (resumo)
     Minha dissertação de Mestrado (UFRGS)
     Raul Soares, Um Navio Tatuado em Nós, reportagem sobre meu livro (site Novo Milênio, reprodução de A Tribuna)
     Minha reportagem: Thomas Maack, médico e preso do Raul Soares (site Novo Milênio, reprodução de A Tribuna)
     Meu livro Raul Soares, Um Navio Tatuado em Nós faz parte do acervo da Library of Congress (Biblioteca do Congresso Norte-Americano)
     Meu livro Raul Soares, Um Navio tatuado em Nós (registro na Biblioteca Nacional)
      Raul Soares - pronunciamento na Assembléia Legislativa em 2003
     Reportagem de Laire J Giraud que menciona meu nome e de meu pai
     Artigo sobre o golpe de 1964 (Laire José Giraud)
     Minha reportagem: Zuleika Alambert, a primeira deputada santista (site Novo Milênio, reprodução de A Tribuna)
     Minha reportagem: O juridiquês no banco dos réus (A Tribuna)
     Minha reportagem: O juridiquês no banco dos réus (site da Associação dos Magistrados Brasileiros, reprodução de A Tribuna)
     Minha reportagem: entrevista sobre Educação e Violência, publicada em 26 de junho de 2006 (A Tribuna)
     Minha reportagem: As conquistas de um menino que ''nunca iria aprender'' (Reprodução da Revista Nova Escola)
     Meu artigo: Coral de Bem-te-vis (publicado no Blog do Noblat)
     Meu artigo: Agressão no Futebol (publicado no Blog do Noblat)
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    Blog da Lídia Maria de Melo
     


    Serra Gaúcha - Canela

    (Foto feita por Lídia Maria de Melo)

    Uma das primeiras residências de Canela, município

    situado na Serra Gaúcha (Rio Grande do Sul),

    o Castelinho fica a 5 Km do Centro, a caminho do

    Parque do Caracol, onde está a cascata de

    131 metros em queda livre.

    A casa foi construída entre 1913 e 1915 pela família

    Franzen, que utilizou madeira de pinheiro brasileiro

    (araucária), mas não usou pregos, só encaixes

    e parafusos. No Século XIX, o Parque do Caracol era

    habitado por índios caingangues. 



    Categoria: Meus poemas, contos e fotos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 15h55
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    Sentimentos antagônicos

     

    O Blog do Noblat (www.blogdonoblat.com.br) republicou

    no sábado o meu artigo ''Coral de Bem-te-vis'',

    postado logo abaixo. Fiquei feliz. 

    Ontem, a notícia de que Israel bombardeou a cidade de

    Qana, no Líbano, matando 54 pessoas (sendo 37 crianças),

    me revoltou.

     

     

     

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 14h28
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    Coral de bem-te-vis (1ª parte)        

                                                          

     

    Será que posso falar de flores, ou melhor, de pássaros, sem

    constrangimentos?

    Há tempos, a população paulista anda amedrontada por causa

    dos ataques da facção criminosa que domina presídios,

    comanda um exército fora das grades, metralha fóruns,

    delegacias, mata juízes, policiais, agentes penitenciários,

    incendeia ônibus...

    Quando começam as ações, parece que estamos em guerra.

    No Oriente Médio, o povo não tem dúvida de que vive sob

    fogo cruzado. De longe, assistimos às cenas estarrecidos e

    compadecidos do sofrimento de nossos tantos vizinhos

    de origem libanesa.

    Apesar dessa imensa sensação de insegurança

    (embora o poder constituído garanta que tudo está sob

    controle), acho que tenho direito de falar de... pássaros.

    Senão, parece que não consegui sair da Redação do jornal.

    Antigamente (ê palavrinha que deixa a gente mais velha

    do que é), havia bandos de andorinhas surfando no ar.

    Nas cores azul-marinho e branco, pareciam umas tesourinhas

    voando. Por causa delas, tornou-se célebre o ditado:

    ‘‘Uma andorinha só não faz verão’’.

    Ele é que deve ter inspirado João de Barro e Lamartine Babo

    a compor uma marchinha de Carnaval com esse refrão, na

    década de 30, muito antes de minha mãe nascer.

    Na contramão do provérbio, Haroldo Lobo e Milton de

    Oliveira foram responsáveis por outro sucesso:

    ‘‘Mulher casada que anda sozinha/ é andorinha, é andorinha’’.

    Depois, elas sumiram e tornaram-se raras. Defendo a tese de

    que foram espantadas pelos onipresentes pardais, que

    inspiraram Rita Lee nos anos 80 a cantar em Baila Comigo:

    ‘‘Tão banal assim como pardal/meio de contrabando´´.

    Nas cores cinza e chocolate, os pardais povoavam nossos

    quintais, nossos pátios, rodeavam nossas brincadeiras de roda,

    de passa-anel, de pular corda, viva o bando ou passa-três,

    amarelinha, bambolê, corre-cotia...

    Nesse tempo, quem ouvisse um bem-te-vi ganhava o dia.

    Quem conseguisse avistá-lo então...

    Minha mãe contava histórias sobre o motivo de o bem-te-vi

    ter essa denominação.

    Dele, eu só conhecia o som. E achava o máximo uma ave, que

    não era papagaio, mas um passarinho, falar.

        

    (continua abaixo)



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 04h08
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    Coral de bem-te-vis (2ª parte)

    (continuação)                                     

     

    A primeira vez que consegui ver um bem-te-vi foi em Parati,

    em 1989. Fiquei admirada com o tamanho dele e com a cor.

    Passeava por um gramado próximo à igreja principal.

    Era grande e amarelo. Não imaginava que tivesse aquela aparência.

    Depois, houve uma invasão deles no espaço urbano.

    Foi fácil perceber. Primeiro, porque os pardais foram embora,

    expulsos por eles. Depois, devido ao barulho que fazem.

    Só perdem o páreo para as cigarras.

    Ontem, quando fui dormir, começava a amanhecer.

    Sou geneticamente notívaga. Só a noite me dá a possibilidade de

    ouvir o silêncio e de escrever em paz, sem interferências.

    Mas o clarear do dia despertou os bem-te-vis.

    E com eles... uma cantoria sem fim. Mas não era um simples

    canto. Era um coral acompanhado de orquestra, regida por

    um maestro.

    Um primeiro cantava linearmente, sem sobressaltos de tons:

    _ Bem-te-vi!

    O segundo respondia no mesmo timbre e na exata freqüência:

     _ Bem-te-vi!

    Um terceiro fazia a marcação aguda, crescente e prolongada

    da primeira sílaba, seguida de uma pausa: _ Beeemmm...

    E depois, complementava num compasso mais curto: _ te-vi! 

    Dois outros, ao mesmo tempo, finalizavam a sinfonia, repetindo

     seu nome sem a primeira sílaba: _ te-vi! te-vi! te-vi!

    Por fim, todos cantavam juntos, cada qual seguindo a sua pauta,

    para começar tudo de novo e repetir a partitura por inúmeras

    e inúmeras vezes.

    Tive que me esforçar para pegar no sono.

    O ninho deles fica em frente ao meu edifício, no arvoredo que

    rodeia os prédios do SUS e do INSS.

    Nunca ouvi coisa igual!

    A harmonia e a precisão do coral de nosso ‘‘Central Park’’

    são de dar inveja ao maestro John Neschling.  

     

     

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 04h07
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    Trilhos de bondes na orla da praia de Santos em 1945

    Postal do acervo do colecionador Laire José Giraud,

    que é autor dos livros ''Memória da Hotelaria Santista'',

    em parceria com Viviane Pereira e Helena Maria Gomes,

    ''Transatlânticos em Santos - 1901 /2001'',

    ''Photografias & Fotografias do Porto de Santos'',

    junto com José Carlos Rossini, Nelson Antônio Carrera

    e Jaime Mesquita Caldas, e ''Santos - Cidade Marítima''.

    Texto aspeado abaixo também é de Laire, um

    apaixonado por imagens antigas e pela preservação

    da memória da região.

    ''Muitos viram, outros não, os trilhos dos bondes que

    acompanhavam a orla da praia. Era um tempo que

    as avenidas da praia tinham mão dupla para autos e

    a via expressa do bonde como a que vemos no

    cartão-postal de 1945.

    O local é do Boqueirão em direção ao Canal 3.
     
    Olhem lá no fundo, o edifício onde hoje está o
     
    Chopp Santista, que é o mais antigo prédio de
     
    apartamentos de Santos (Canal 3, com Vicente
     
    de Carvalho)´´.
     
    Laire José Giraud
    Despachante Aduaneiro
    TRITON Serv. Aduan. SC Ltda
    e-mail: lairegiraud@uol.com.br


    Escrito por Lídia Maria de Melo às 14h58
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    DEPOIS

    Poema do poeta gaúcho Mário Quintana, 
    publicado 25/6/1978, no Folhetim, p. 2,
    então suplemento do jornal Folha de S. Paulo

    Só porque vai deixando tudo para depois
    é que Deus é eterno
    e o mundo imperfeito.
    A carta que foi interrompida
    o poema que ficou inconcluso
    a palavra que apenas sorriste
    e não disseste...
    é a vida!
    Ah, se o mundo fosse perfeito
    a gente morria de tédio
    como numa utopia
    unicamente povoada de estátuas gregas
    _ antes estas nossas entidades equestres
    porque sempre se fica pensando
    nalguma coisa melhor.
    Se o céu que me prometiam as minhas
    velhas tias paroquianas fosse aquele mesmo
    _ um domingo eterno _
    antes o inferno, antes o inferno!
    A verdade é que não quero sossego
    também na outra vida.
    Mas eu estava falando era nesta:
    desconfio
    que estou fazendo um poema em espiral!
    O melhor é ir pingando logo aqui
    estes três pontinhos...
    estes três pontinhos...
    O resto é um eterno depois.

     
    --------------------------------------------------

    P.S.:Leia abaixo:''Lídia'', de Ricardo Reis (heterônimo

    de Fernando Pessoa);''Ensinamento'', de Adélia Prado;

    ''Uma dica'' (minha) e ''Tomateiro no Terraço'' (meu). 



    Categoria: Língua Portuguesa e Literatura
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 02h27
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    Lídia

    (Poema de Ricardo Reis, heterônimo do

    poeta português Fernando Pessoa)

    Lídia, ignoramos. Somos estrangeiros

    Onde que quer que estejamos.

    Lídia, ignoramos. Somos estrangeiros

    Onde quer que moremos,

    Tudo é alheio

    Nem fala língua nossa.

    Façamos de nós mesmos o retiro

    Onde esconder-nos, tímidos do insulto

    Do tumulto do mundo.

    Que quer o amor mais que não ser dos outros?

    Como um segredo dito nos mistérios,

    Seja sacro por nosso.

    (Lídia era a musa inspiradora de Ricardo Reis.

    Leia outros poemas do autor no Jornal da Poesia,

    no site http://www.revista.agulha.nom.br/reis.html )

    Buscar na Web "Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa"

    ............................................................................

    P.S.: Leia abaixo: ''Ensinamento'', de Adélia Prado;

    ''Uma dica'' (minha) e ''Tomateiro no Terraço'' (meu). 



    Categoria: Língua Portuguesa e Literatura
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 01h56
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    ENSINAMENTO

            (Adélia Prado)

    Minha mãe achava estudo

    a coisa mais fina do mundo.

    Não é.

    A coisa mais fina do  mundo é o sentimento.

    Aquele dia de noite, o pai fazendo serão,

    ela falou comigo:
     
    "Coitado, até essa hora no serviço pesado".

    Arrumou pão e café, deixou tacho no fogo

    [com água quente.

    Não me falou em amor.

    Essa palavra de luxo.

    ....................................................................

    P.S: Leia abaixo: ''Uma dica'' (minha) e

    ''Tomateiro no Terraço'' (meu). 



    Categoria: Língua Portuguesa e Literatura
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 01h51
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    Dica

    Na categoria Meus Poemas e Contos (ao lado),

    clique  em Ver arquivos anteriores, no final da

    página, para ler produções publicadas em outros meses. 

    .......................................................................

    P.S.: Leia abaixo: meu artigo ''Tomateiro no terraço''



    Categoria: Meus poemas, contos e fotos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 01h45
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    Tomateiro no terraço

      Minha mãe plantou sementes de

    pimentão vermelho em uma floreira no terraço do

    apartamento. Nasceram dois tomateiros e um

    minguado pé de pimentão.

    Ela ficou surpresa, mas orgulhosa de seu feito.

    Os tomateiros cresceram tanto que se debruçaram

    por cima de um viçoso ficus, plantado  no

    vaso ao lado.

    Quando regamos a terra, mesmo antes de surgirem

    as flores amarelas e uma porção de tomates verdes,

    que depois ficam vermelhinhos, recende um cheirinho

    delicioso. É aroma de tomate. Dá até para sentir

    saudades do tempo em que morávamos em casa

    na infância e tínhamos quintal, muita terra e um

    coqueiro, um pé de erva-cidreira, um chapéu-de-sol,

    canteiros de couves de folhas enormes...

    Os tomatinhos vermelhos pendurados naquele

    tomateiro nascido em situação adversa têm outras

    companhias no terraço do apartamento. Além das

    plantas ornamentais, como o ficus, os antúrios e

    uma azaléia, estão lá imponentes um pé de cidreira

    e uma laranjeira, que não dá laranja, mas tem espinhos.

    Minha mãe já planeja plantar cebolinhas e coentro.

    Sou mais uns pés de alface e erva-doce.

    Agora é que os beija-flores não vão sair de nosso terraço! 

     

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 03h00
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    Decisão da Fifa

     

    Prevaleceu a coerência. 

    A Fifa acabou punindo tanto Zidane quanto Materazzi,

    por causa daquele triste episódio do último jogo da

    Copa do Mundo de Futebol na Alemanha. Como já

    defendi em meu artigo Agressão Verbal no Futebol,

    publicado mais abaixo e republicado no Blog do Noblat

    e no jornal A Tribuna, se a Fifa fosse coerente teria

    que punir também o zagueiro italiano, cujo

    comportamento fugiu do que é considerado normal

    dentro de campo.  

    Agora, podem dizer o que quiserem, até que mulher

    não entende de futebol!

     

     

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 03h46
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    O belo conto de Tchekhov

     

     

    http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ln000244.pdf

    http://paginas.terra.com.br/arte/ecandido/mestre71.htm

    http://www.lumiarte.com/luardeoutono/contosrussos/angustia-tchekhov.html

    Os três links acima dão acesso a um dos mais belos contos

    do escritor russo Anton Pavlovitch Tchekhov.   

    No primeiro, a versão é em inglês e tem como título ''Misery''.

    No segundo, a tradução deTatiana Belinky, intitulada

    ''Angústia'', é em português, com uma única ressalva:

    o personagem Iona Potapov é apresentado como

    Iona Ptápov. 

    No terceiro link, está a tradução de Boris Schnaiderman, 

    que emprega o nome Potapov, como no texto em inglês.

    Essa versão é a minha preferida.

    ''Angústia'' é uma pérola da literatura russa, cultivada

    no século XIX, mas com uma atualidade que não tem

    tamanho. É a história da solidão da alma humana,

    que vem se perpetuando a cada dia. Por isso,

    essa obra eternizou-se.

    Quantas vezes não nos sentimos como Iona Potapov,

    que não tem com quem compartilhar sua dor?

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 01h51
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                         Violência urbana   

    Durante 21 anos, o Brasil viveu refém da ditadura e

    quem tinha informações sobre o que se passava sentia

    muito medo.

    Em minha casa, essa situação foi muito concreta, por

    meu pai ter sido preso político já a partir das primeiras

    horas do golpe militar, em março de 1964, e por ter

    sofrido perseguição, sob todos os aspectos, durante

    anos e anos a fio. Ele morreu em dezembro de 1999 

    ainda lutando contra as conseqüências daquele período.

    O golpe de estado se instalou para sempre

    nas nossas vidas.

    Hoje, continuamos sentindo medo. Ainda somos reféns.

    Reféns da violência urbana, nascida e criada embaixo de

    tantas causas!

    A impressão é de que não terá mais jeito.

    Para não perder a esperança, acho que será preciso

    lembrar daqueles outros tempos e buscar soluções.

    Senão, estaremos perdidos.

     

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 00h57
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    Revolução Francesa

    Em 14 de Julho de 1789, se deu a Queda da Bastilha, na França,

    iniciando assim a Revolução Francesa, que teve como ideal

    o lema Liberté, Egalité, Fraternité.

    Há 217 anos.



    Escrito por Lídia Maria de Melo às 14h35
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    Comentários ao artigo Agressão Verbal no Futebol

    Chegaram alguns comentários ao meu artigo Agressão

    no Futebol, publicado mais abaixo e republicado no

    Blog do Noblat (www.blogdonoblat.com.br).

    Para ler, é só rolar a barra ao lado (passando

    por dois itens abaixo) e ler no final do artigo,

    que tem no alto duas fotos do Zidane.



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 14h24
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    Meu artigo ''Agressão Verbal no Futebol''         

                está  no Blog do Noblat

    http://noblat1.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&codigoPublicacao=23223

    Classificação:

    Meu artigo intitulado ''Agressão verbal no futebol'' está publicado

    no blog do jornalista Ricardo Noblat, o Blog do Noblat

    (que é vinculado ao jornal Estado de S. Paulo). Para ler, é só clicar no

    link acima ou digitar http://www.blogdonoblat.com.br

    e depois clicar à esquerda em Artigos.

    O texto está também neste meu blog, no link Artigos



    Categoria: Link
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 03h44
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    Livros on-line

    http://www.dominiopublico.gov.br

    Classificação:

    Nesse site é possível ler gratuitamente, por exemplo,

    todas as obras de Machado de Assis ou a "A Divina Comédia",

    ou ter acesso a histórias infantis. Dá ainda para apreciar as

    grandes pinturas de Leonardo da Vinci, ou ouvir uma música

    em MP3 de alta qualidade. Tudo organizado pelo Ministério

    da Educação. Apenas de Literatura em língua portuguesa

    são 732 obras. Vamos acessar, para que o serviço não

    seja encerrado por desuso.



    Categoria: Link
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 13h26
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    Agressão verbal no futebol

                                       

     

    Zinedine Zidane foi eleito o melhor jogador

    da Copa do Mundo. Fez-se justiça.

    O francês de Marselha parece ter mãos nos pés,

    tamanha é a facilidade com que tira a bola dos

    adversários, sem precisar cometer falta.

    Esguio, leve, desenvolto, preciso,

    Zidane se assemelha a um tuiuiú, a nossa ave

    pantaneira.

    Por que será então que o melhor

    jogador  da Seleção Francesa deu aquela

    cabeçada no zagueiro italiano Materazzi, provocando

    sua própria expulsão de campo, quando faltavam

    poucos minutos para sua despedida magistral?

    Essa é a grande interrogação, porque, ganhasse a

    França ou perdesse, Zidane seria

    sem dúvidas ovacionado ao final do jogo.

    Mas Zidane se despediu do futebol com um cartão

    vermelho, por causa da cabeçada no peito do italiano.

    Agora é o momento da segunda questão: por que

    Materazzi também não foi advertido ou punido?

    As câmeras mostraram: ele começou a provocar

    fisicamente Zidane, sem que os dois estivessem

    disputando um lance com bola. Depois, não-satisfeito,

    perseguiu o francês, agredindo-o verbalmente.

    Não que se deva aceitar a agressão física em campo.

    Zidane perdeu a cabeça, mereceu ser punido.

    Mas a maioria dos que acompanham futebol parece aceitar

    que as ofensas verbais façam parte do jogo.

    Se fazem, qual é o sentido de se ter condenado o racismo

    durante todos os jogos desta Copa do Mundo?

    Os impropérios ditos por Materazzi podem não

    ter tido relação com discriminação racial, mas

    as atitudes racistas em campo vêm sendo verificadas

    por manifestações verbais. E isso não tem a aprovação

    da Fifa.

    Então, se as manifestações verbais de racismo devem ser

    repudiadas, por que não punir também outras agressões

    verbais? O que se espera da Fifa é, no mínimo, coerência:

    punição também para o jogador Materazzi, que provocou

    a cena mais lamentável e triste da Copa. 

    Se assim não for, todas as mensagens contra o racismo

    que os capitães leram antes do início dos jogos terão sido

    em vão.

     

     



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 04h15
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    Dante de Oliveira, o pai das diretas já

    Dante de Oliveira morreu, prematuramente, aos 54 anos, na noite

    do último dia 6. Aos 32 anos, eleito deputado federal pelo PMDB

    de Mato Grosso,  realizou um feito que mobilizou toda a nação

    brasileira, com exceção dos que apoiavam a ditadura militar vigente

    no País desde março de 1964. 

    Em 1983, apresentou no Congresso a Proposta de Emenda

    Constitucional n° 5, a  chamada Emenda Dante de Oliveira, que

    restabelecia as eleições diretas para presidente da República e levou

    milhões de pessoas às ruas e praças do País.    

    Em Santos, participei, junto com minha irmã e milhares de pessoas,

    de um comício na Praia do Gonzaga, em janeiro de 1984.

    Em Ouro Preto, em 22 de abril também de 1984, estávamos na

    Praça Tiradentes pedindo as diretas. No dia anterior, 21 de abril,

    a praça virou palco da cerimônia de entrega da Medalha da

    Inconfidência. O Comitê das Diretas  queria realizar seu comício

    naquela data, mas foi impedido. Em conseqüência, enquanto os

    homenageados ilustrespisavam o tapete vermelho,  a multidão

    gritava ao redor do cordão de isolamento: Diretas Já!

    Em frente ao Museu da Inconfidência, no dia seguinte, se via

    uma faixa com os dizeres:  

    'Tiradentes diria: Diretas Já! Silvério dos Reis diria: Indiretas Só!''

     

    Em Santos, o dia da votação da emenda, 25 de abril de 1984, 

    foi de vigília na Praça Independência, no bairro do Gonzaga,

    ao redor do Monumento aos Irmãos Andradas. 

    Em Brasília, a Câmara dos Deputados invadiu a madrugada do

    dia 26, mas rejeitou a emenda por 298 a 65 votos. Faltaram 22. 

    A  Emenda Dante de Oliveira não passou, mas seu ideal ajudou

    na retomada da democracia no País. A eleição em janeiro de

    1985  ainda foi feita por um colégio eleitoral, mas o poder já não

    estava mais  nas mãos dos militares.

    (Lídia Maria de Melo)



    Categoria: Meus artigos
    Escrito por Lídia Maria de Melo às 04h11
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     Dê uma olhada nos links à esquerda do blog.

                                            

    No endereço abaixo, é possível acessar meu Currículo Lattes:

    http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4129260T4&dataRevisao=null

                                            

     



    Escrito por Lídia Maria de Melo às 03h35
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    Copa do Mundo

    Deu França!

    Allons, enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé!!!

    Vai ficar tudo azul no domingo: Squadra Azurra contra Les Blues.

    Vamos ver no que dá. Torço pelo Zidane.

     



    Escrito por Lídia Maria de Melo às 00h59
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    A Alemanha mostrou como é que se perde um jogo,

    que mexe com o coração de toda a população de um país.

    É lutando, é competindo. É jogando com a alma.

    Tomara que os jogadores brasileiros aprendam. É claro

    que alguns da Seleção Brasileira já sabem, mas são

    exceções.

    Não foi à toa que os torcedores aplaudiram a Seleção

    Alemã. Ela mereceu o carinho da torcida.

    A Itália também, é óbvio!!

    Vamos ver o que dá hoje: França, do capitão Zidane,

    ou Portugal, do técnico Felipão.

     

     



    Escrito por Lídia Maria de Melo às 13h29
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    Copa do Mundo

    Seleção Brasileira de Futebol perdeu.

    Faltou garra, empenho, coração, competência.

    Nem deu para ficar triste. Eles não mereciam ganhar,

    porque não correram atrás, literalmente!

    Os únicos que se empenharam foram: Dida, Lúcio, Juan e José Roberto.

    Os reservas (Robinho, Cicinho, Gilberto Silva) não podem ser responsabilizados, porque

    jogaram muito pouco tempo e quando já nem era possível fazer nada, já que o time

    não estava em campo.

    Seleção Francesa de Futebol ganhou.

    Os Bleus se superaram. Zinedine Zidane foi o verdadeiro Fenômeno.

    Aquele chapéu no Ronaldo simbolizou tudo! Lembrei de Pelé, que dava chapéu

    e recuperava a bola, sem deixá-la cair no chão .

    1º de julho de 2006.

    Valeu mais a pena assistir ao jogo de Alemanha e Argentina, ontem (30/6/06).

    Os argentinos ganhavam e a Alemanha foi para cima. Venceu nos pênaltis.

    Mas os argentinos lutaram. O Brasil não entrou em campo, ou melhor, entrou com o

    desânimo do técnico Parreira .

    Mereceu a vitória da França e a volta, correndo, para casa.  



    Escrito por Lídia Maria de Melo às 00h47
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